| capa do volume 2. |
O segundo volume de Parasyte começa com o fim da luta, entre o Shinichi e o "A" e com o dialogo entre os protagonistas com a Tamiya, que foi interessante no sentido de deixar sub-entendido que o Shinichi esta se "unindo" ao migi, o que vai levar o Shinichi a tentar se reafirmar para si mesmo sua posição como ser humano, o que vai levar a conhecer outra personagem "Kana" que aparentemente consegue sentir os parasitas, ela não foi muito explorada nesse volume, mas acredito que ganhe mais destaque nos volumes que viram.
Outro ponto importante desse volume é a viagem dos pais do Shinichi, e por consequência tem a demonstração da ligação que o protagonista tem com a mãe (que eu achei um pouco corrida), e a partir disso ocorre a morte da mãe do Shinichi, e o corpo dela é invadido por um parasita, e esse parasita atacando o protagonista (o que foi bem pesado, não só pelo gore).
Após esse acontecimento, percebesse uma mudança brusca no Shinichi, que parece ter ficado alheio a tudo e a unica coisa que o motiva é defender o pais e buscar vingança, contra o parasita que controlou o corpo da sua mãe.
No fim do volume, encontrasse outro parasita que não conseguiu alcançar o cérebro e divide o corpo com um humano.
Opinião: O volume 2 de Parasyte mantem a qualidade, apesar da relação mãe/filho do Shinichi poderia ser melhor trabalhado, o protagonista tentando se provar humano no começo do volume contrasta muito bem com o protagonista que só se importa com a vingança e com proteger o próprio pai, sem dar a minima para os outros personagens, sendo uma mudança clara até mesmo no ambito visual.
Estou curioso pra ver como sera essa nova fase do Shinichi e como o migi vai reagir a isso. Alem disso o aparecimento de outra dupla parasita/humano, pode ser bem interessante. Alem de que as cenas com a Tamiya são excelentes espero que o autor mantenha ela na historia para conseguir mostrar o ponto de vista de um parasita "completo".
Nota: 4 de 5.
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