sábado, 31 de outubro de 2015

Review - Série "Mago" de Raymond E. Feist

Sinopse livro 1: Na fronteira do Reino das Ilhas existe uma vila tranquila chamada Crydee. É lá que vive Pug, um órfão franzino que sonha ser um guerreiro destemido ao serviço do rei.
Mas a vida dá voltas e Pug acaba se tornando aprendiz do misterioso mago Kulgan.
Nesse dia, o destino de dois mundos altera-se para sempre.
Com sua coragem, Pug conquista um lugar na corte e no coração de uma princesa,
mas subitamente a paz do reino é desfeita por misteriosos inimigos que devastam cidade após cidade. Ele, então, é arrastado para o conflito e, sem saber, inicia uma odisseia pelo desconhecido: terá de dominar os poderes inimagináveis de uma nova e estranha forma de magia… ou morrer.
Mago é uma aventura sem igual, uma viagem por reinos distantes e ilhas misteriosas, onde conhecemos culturas exóticas, aprendemos a amar e descobrimos o verdadeiro
valor da amizade. E, no fim, tudo será decidido na derradeira batalha entre as forças da Ordem e do Caos.

Opinião: Indo direto ao ponto eu não recomendo a sério "Mago" de Raymond E. Feist, mas porque ? bom vamos lá.
   Primeiramente são os personagens, a maioria deles não é nem um pouco explorada, sendo quase que todos eles jogados na historia como alguém relevante, para logo em seguida sumirem e só aparecerem em momentos em que são necessários, praticamente os únicos que seguem por toda historia (fazendo algo de fato, não só sendo citados) é o Pug, Tomas, Arutha, Jimmy(que aparece no segundo livro e tem mais destaque que a grande maioria dos personagens) e o Martin, esses são os únicos que o autor tentou trabalhar, mas que pra mim não deu certo não consegui me importar com nenhum personagem e isso me fez achar todos os momentos de interação dos personagens extremamente lentos e entendiantes.
   Percebeu que eu só falei de personagens homens, bom tem personagens mulheres mas na obra elas são praticamente irrelevantes, não fazem nada em nenhum livro e os diálogos em que elas participam são fúteis e descartáveis.
   Outro problema são os vilões, eles simplesmente aparecem do nada e alem de não ter nenhum carisma, em nenhum momento eles passam a sensação de perigo.
   O autor também não sabe lidar com a força dos personagens, ele criou seres muito fortes e faz eles passarem sufoco contra minions, tomando o leitor por idiota.
   Mais o maior problema é o fato do deus ex machina máximo desse livro: Macros, esse personagem simplesmente sabe o futuro (literalmente) fazendo com que tudo o que ocorre no livro tenha sido arquitetado por ele, e todos os problemas são resolvidos por ele, ou por alguma magia ou arma ou personagem que aparecem do nada e resolvem tudo.
   A unica coisa que é minimamente boa na série é o universo, que é enorme e poderia ser mais explorado, onde muitas vezes eu senti mais vontade de saber a historia ou a situação politica de determinada região, do que continuar com o enredo que o autor tenta me empurrar.

P.S: O Pug não faz nada a série inteira e ele é o principal.

Nota:  1,5 de 5.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Soul Eater - Manga Resenha

Sinopse: Maka é uma “artífice de foice” determinada a transformar seu parceiro, a foice sobrenatural Soul Eater, na mais poderosa Death Scythe – uma arma do Doutor Morte, o diretor da Academia da Morte para Armas e Artífices Neófitos (AMAAN). Para conseguir seu objetivo, a garota precisa fazer com que Soul Eater devore a alma de 99 humanos e de uma bruxa.
Mas ela não é a única que deseja isso. Também estão nessa “empreitada” o grande ninja Black☆Star e sua parceira Tsubaki; e o filho do Dr. Morte, o perfeccionista Death the Kid, e suas pistolas: as irmãs Liz e Patti Thompson.

Capa do volume 1

Opinião:Soul Eater é um manga escrito por Atsushi Ohkubo e sendo finalizado com 25 volumes todos já publicados no Brasil pela editora JBC.
   Falando especificamente da edição brasileira, ele vem no formato 12 x 18 que é formato um pouco menor em relação ao formato 13,5 x 20,5 que é o mais comum no Brasil, o papel é o jornal, não apresenta paginas coloridas (somente no ultimo volume), tendo um preço de capa de R$ 11,90.
   Quanto a arte da obra, é bem diferente do convencional, o que não é de modo algum ruim, pelo contrario funciona muito bem, tornando os cenários e o visual dos personagens um ponto bem marcante dentro da obra. A arte também ajuda bastante nas batalhas, dando uma fluidez que se encaixa muito bem com o ritmo da história.


   O enredo de Soul Eater não é complexo, e esse nem é o objetivo, a obra tenta ser apenas um divertimento, e nesse quesito funciona muito bem, a leitura é muito fluida e bem divertida, isso tudo só é possível graças aos personagens, que são extremamente carismáticos, todos apresentando uma personalidade própria, e não apenas sendo uma peça jogada na história. Tenho que dar destaque a 3 personagens que eu simplesmente adorei: Black Star - No começo eu achei ele um personagem extremamente chato e arrogante, porém conforme a historia corria ele conseguiu me conquistar (apesar de eu sentir pena da Tsubaki). Death the Kid - O Kid foi o personagem que eu mais gostei, desde o começo eu achei ele um personagem muito interessante, além do que as piadas com o problema de "toque" dele serem geniais. Dr.Stein - Um professor que quer dissecar seus alunos (acho que não preciso dizer mais nada).

Nota: - Enredo:7/10
          - Personagens: 9/10
          - Entretenimento: 9/10
          - Arte: 8/10
          - Proveito pessoal: 8/10

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Parasyte - vol. 1

Sinopse: Criaturas desconhecidas começam a surgir por toda a parte, tomando controle do corpo de pessoas comuns e se alimentando de outros seres humanos. Shinichi Izumi acaba “hospedando” uma dessas criaturas em sua mão direita. Os dois conseguirão viver em harmonia? Será que o mundo sobreviverá a essa invasão?

Edição: A capa fosca ficou bem bonita, porem o offset utilizado tem uma transparência que incomoda em alguns momentos, o preço de capa é 16,90 o que pelo material utilizado eu não diria que vale a pena porem a historia é excelente ao ponto de compeçar esse preço um tanto elevado (pelo menos na minha opinião).

A capa do primeiro volume nacional

Opinião: O primeiro detalhe do manga é o traço ele é bom ,com cenas "gore" muito bem feitas onde o traço se encaixa perfeitamente, porem o fato de ser um traço no estilo dos anos 90 (período em que o manga foi lançado no Japão) fez com que eu estranha-se alguns quadros, mas isso é provavelmente é por eu estar mais acostumado ao traço mais atual.
   A base conceitual do manga é genial, tendo como base uma invasão alienígena, porem ele foge do clichê no sentido de colocar os invasores como parasitas (por isso o nome) e tendo uma capacidade intelectual tão alta (ou maior) quanto a capacidade humana, outro fato curioso é que os aliens não estão organizados (pelo menos não nesse primeiro volume) tendo cada um seu nível intelectual e sua própria personalidade.
   O que faz Parasyte vol.1 ser uma ótima leitura é a interação entre o protagonista (Shinichi Izumi/humano) e o Migi (O alienígena que acaba se instalando no braço do Izumi), pois o autor usa os diálogos entre os dois personagens para demonstrar as diferenças das duas espécies, onde se tem um garoto colegial japonês comum e um ser parasita cuja a unica preocupação é a sua própria sobrevivência, sem apresentar qualquer moral ou conceito ético, sendo muito racional, enquanto Shinichi se mostra muito sentimental em diversas cenas, porem com os acontecimentos pelos quais o personagem passa ele acaba ficando gradativamente mais isolado e frio.
   Dos personagens secundários 2 se destacam, a primeira é a Satomi Murano, que é colega de classe do Shinichi, e tem duas funções a primeira é de par romântico e a segunda é para destacar as mudanças que o protagonista sofre com o correr da historia. A segunda personagem é a Ryouko Tamiya que é um parasita porem diferente dos outros a presentados (não estou contando o Migi) ela tenta manter uma vida humana comum, evitando o matar seres humanos que façam parte do circulo social da sua hospedeira, isso não significa que ela se importa com os humanos, ela só quer manter as aparências, o porque disso não fica muito claro, e isso que me fez ficar curioso quanto a personagem.
   Quanto as lutas, elas são bem rápidas e se resolvem de forma bem simples, sendo a ultima (que não se sabe se já acabou) a mais elaborada, porem elas funcionam bem com o clima da obra, não são épicas são algo mais próximo de um predador e sua pressa lutando por sua sobrevivência.
   Apesar de ter cenas extremamente violentas Parasyte conseguem ter piadas excelentes e em momentos muito apropriados  sem tirar o peso das cenas gore e deixando o leitor relaxar em alguns momentos.
   Eu recomendo fortemente Parasyte para aqueles que gostam de ficção cientifica ou/e gore com uma boa pitada de comédia Parasyte é feito pra você, não vá esperando grandes lutas mais sim grandes conceitos (o que eu acho bem mais interessante).
P.S.: Desculpe as imagens em inglês porem eu tentei tirar foto da minha edição, mas elas ficaram horríveis, sintro muito.

Nota: 4,5 de 5.


domingo, 4 de outubro de 2015

One Punch Man- EP.1

Opinião: One Punch Man foi um anime com um hype muito alto dessa temporada, e assistindo este primeiro episodio eu entendo porque, o anime é muito engraçado, as piadas com o gênero shonen de porrada são espetaculares. O personagem principal é muito carismático, e sua motivação e personalidade fica muito clara nesse primeiro episodio sendo mostrada de forma bem natural. O enredo me parece ser aberto, tendo um vilão ou problema a cada capitulo e tendo talvez alguns mini arcos no meio da série com um enredo principal por trás que amare a série (eu posso estar obviamente errado). Quanto a animação é qualidade MADHOUSE, ou seja esta lindo, as cenas de ação são muito bem animadas e a trilha passa um tom épico que torna as piadas ainda melhores.



Para assistir One Punch Man eu recomendo assistir
no DAISUKI: http://www.daisuki.net/anime/detail/ONEPUNCHMAN (não, eu não estou sendo patrocinado, mais se alguém quiser me patrocinar)


P.S.: A abertura esta fantástica:


Nota: 4 de 5

Comet Lucifer- EP. 1

O anime começa com um monologo/premonição que faz parecer que haverá um conflito entre duas forças, o fato do personagem que narra o monologo estar olhando pra lua pode demonstrar qual seria um dos lados desse suposto conflito.Em seguida se tem a apresentação do personagem principal (Sougo), que esta em uma escavação a procura, do que é explicado mais pra frente de uma prova que a mãe (do Sougo) estava certa, a historia segue e ele acaba achando uma pedra que supostamente é o que ele procurava, o episodio continua de forma bem calma,o Sougo volta pra casa, sai compra pão, tem a apresentação do que aparenta ser o grupo de personagens que vão apoiar o protagonista.
Em paralelo tem alguns flashes onde os militares parecem escavar uma determinada região, isso acaba colidindo com a trama dos protagonistas quando essa escavação dos militares acaba criando uma cratera gigante no meio da cidade, e por coincidência (-_-), o Sougo e (que aparenta ser o par romântico do protagonista) caem no buraco e encontram um pilar com uma joia gigante no meio, joia esta que reage com a pedra que o Sougo encontrou no começo do episodio, essa reação faz com que as duas pedras se unam e disso "nasce" uma garota. "E os militares ?" então eles aparecem e percebe-se que eles estavam atras da joia como ela não esta lá eles resolvem atacar quem esta la (capturar e fazer interrogatório pra que ?), ai do nada aparece um robô destrói o robô militar e acaba o episodio.




Opinião: O episodio 1 de Comet Lucifer não conseguiu me convencer, não se tem nem sinal para onde o enredo vai, os personagens foram apresentados de forma corrida e mais como uma obrigação do que como uma consequência de como a historia se desenrola. Outro problema foi como tudo foi muito fácil, não ouve nenhum momento que me chamou atenção e foi muito sem graça. Eu vou dar mais uma chance para Comet Lucifer e pretendo assistir o episodio 2.

Nota: 2 de 5